domingo, 20 de abril de 2008
Zakk Wylde - O Livro das Sombras
Aqui se vê muita qualidade em questão de composição. Violões se misturam a guitarras, que fazem solos muito bonitos e envolventes. Como já dito, praticamente não se ouve peso nas músicas, coisa que não foge muito da realidade de Zakk. Afinal, o que não falta em sua banda solo são baladas.
Book of Shadows é um ótimo disco pra curtir após uma ressaca.
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quinta-feira, 17 de abril de 2008
Anos 2000 e uma odisséia no espaço musical
A Perfect Circle
Já falei dessa banda em um post anterior. É a minha classificação de "neo-progressivo". Sonoridade complexa, densa, técnica, com muita identidade e, por incrível que pareça, não é chato. Algumas músicas tem bastante peso, outras ficam mais nas melodias suaves, com o baixo sempre marcando forte presença, e o vocal de Maynard fazendo sua função de maneira ipecável. Aliás, toda a banda é muito competente, ganhando muitos ponto por isso.
Damageplan
Após sair do Pantera, Dimebag Darrel montou o Damageplan, fazendo o que fazia de melhor: mutilar nossos ouvidos com riffs de guitarra certeiros. Vinnie Paul, baterista do Pantera, também estava na banda.O Damageplan é a definição perfeita de "Metal Moderno", mas nada de hip-hop. Muita melodia e peso se misturam nessa banda fantástica, que infelizmente só lançou um único disco, devido ao assassinato de Dimebag.
Rebel Meets Rebel
Um projeto gravado antes da morte de Dimebag, e lançado pouco tempo depois dela. Dimebag se juntou com ex-colegas de Pantera mais o "country-man" David Allan Coe e gravaram um disco de country-metal. Sim, é praticamente um Matanza versão metal! É muito bom, mas muito bom mesmo. Uma sonoridade original, pesada, e que fede a esterco de boi. Foda!
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Mastodon
Banda de metal com um estilo insano e diferenciado. As músicas têm uma levada pouco constantes, o que torna a banda difícil de ser digerida em uma primeira audição. Já teve participações de Josh Homme (QOTSA) e de Cedric Bixter-Zavala (The Mars Volta).
Audioslave
Citei no post dos anos 90. Sâo os remanescentes do então falecido Rage Against the Machine com Chris Cornell no vocal. A sonoridade lembra o RATM em alguns aspectos, mas a ausência do vocal de Zack de LaRocha faz com que seja praticamente impossível fazermos referência à falecida banda. A bateria tem uma certa levada Led Zeppelin, o baixo segue uma linha bem simples e direta, e a guitarra esbanja energia. DO peso à calmaria, o Audioslave é uma banda boa de ouvir.
Cuelho de Alice
Um projeto do vocalista das Velhas Virgens, Paulão. Como eles mesmos se descrevem, é "música densa e pesada cantada em ´português". Mas a influência blues da banda original de Paulão não se faz presente nesse projeto. O que ouvimos aqui é um rock mais pesado, com uma levada mais rápida e algumas influências de música brasileira. O guitarrista já tocou na banda progressiva O Terço e já foi técnico de som da Rita Lee. O Baterista dá aaulas e já tocou vários estilos diferentes. Isso dá à banda uma sonoridade bem variada, com muitas influências. E o baixista? É o próprio Paulão.
Vale a pena entrar no site dos caras e baixar todas as músicas de grátis gratuitamente sem pagar nada.
Site
Beyond Fear
Descrição rápida: banda de Tim Ripper, ex-vocal do Judas Priest e, recentemente, ex-Iced Earth. É metal pesado.
Lordi
Mais uma banda com integrantes fantasiados. Mas o Lordi me agradou pelas músicas certeiras, com instrumental puxado do heavy metal tradicional e melodias vocais grudentas. A Finlândia nos dá algumas ótimas bandas, e essa é mais uma.
Álbum Get Heavy (2002) -> espere a contagem regressiva, coloque o código e baixe. Cuidado com as propagandas de putaria.
Matanza
Uma das minhas bandas preferidas. Johnny Cash + hardcore = Matanza.
White Stripes
Lançaram o primeiro disco em 1999, mas se destacaram nos anos 2000. Um formato de banda inusitado e pouco comum no mainstream atual: apenas um vocalista/guitarrista/pianista e uma baterista. O mais interessante do White Stripes é que Meg White é uma baterista medíocre, que toca toscamente, praticamente só usa o bumbo e os pratos, mas o som fica muito legal. É algo peculiar da banda, que, provavelmente, se a bateria fosse bem tocada e com muitos arranjos, o som não ficaria tão original.
Jack White tem influências nítidas do rock/blues dos anos 50/60. As músicas não tem arranjos mirabolantes nem complexos. A simplicidade dá o chame da banda, que é uma das mais legais da atualidade.
Dead Cockroach
Uma lenda do New Metal colatinense, tinha uma menininha bonitinha de 1,50 metro que cantava como um porco sendo morto.Virou lenda por ter uma carreira curta, que se deveu graças ao duelo de egos da vocalista com o guitarrista emo-gay.
Skank - Maquinarama/Cosmotron
Maquinarama já começa bem na capa e encarte: um cadillac coloridão e várias fotos bem "estrada".
As músicas são bem variadas. O reggae/dub já não está mais presente na sonoridade. As melodias são muito boas, com uma simplicidade absurdamente agradável, a maioria poderia virar hit de rádio facilmente. Mas o bom é que não é nada forçado. Aqui é tudo bem honesto, e de qualidade.
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Já o Cosmotron tem uma sonoridade um pouco diferente. Nota-se um amadurecimento da banda, com influências nítidas de Beatles, anos 60 em geral e até um toque leve do rock progressivo. As letras seguem a mesma linha, algumas bem lisérgicas (Supernova e Dois Rios, principalmente).
Foi um divisor de águas na carreira da banda.
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quinta-feira, 13 de março de 2008
Anos 90
Quando comecei a ouvir música ativamente, comecei por bandas dos anos 60, 70 e 80. Tinha um árduo preconceito com bandas dos anos 90, pois eram bandas "novas". Bem, em 2000, quando comecei, até que eram.
Mas agora, 8 anos depois, essas bandas não são mais tão novas. As que tinham apenas 8 anos de carreira, agora têm 16. As que tinham 10, agora têm 18. E atualmente gosto de várias bandas dessa década. Só pra citar algumas:
Pearl Jam
Uma banda que sempre gostei, mas só conhecia os "hits". Agora, passei a ouvir mais profundamente, e tem MUITA coisa boa. Eddie Vedder é um dos meus vocalistas preferidos, com sua voz belíssima e um feeling absurdo. Sem contar que eu gosto muito da guitarra da banda. Riffs bem precisos deram origem a muitos clássicos.
Rage Against the Machine
Talvez a banda mais original da década, e uma das mais originais dentro do rock. Letras politizadas, o vocal único de Zack de LaRocha, e a guitarra sintetizada de Tom Morello fazem dessa banda um ícone.
Depois, com o Audioslave, fizeram coisas maravilhosas e, agora, com o fim dessa segunda banda e Zack assumindo os vocais novamente, o Rage Against the Machine continua prolifeando suas críticas e a boa música.
Skank
A primeira banda que fui grande fã. Comecei a ouvir lá pelos idos de 1996, com o sucesso de Garota Nacional, e com o disco que a continha, O Samba Poconé. Ainda tenho esse disco, e gosto muito (menos da música Garota Nacional, que é uma das mais chatas da banda, na minha opinião). O início da carreira do Skank era calcado no reggae/dub. Vide (ou melhor, ouça) Esmola, Pacato Cidadão e Jackie Tequila, e tire suas conclusões.
Depois, como uma evolução natural, eles incorporaram cada vez mais o pop e o rock em sua sonoridade, e deram uma identidade forte à banda. O vocal de Samuel Rosa é inconfundível.
Em questão de sucessoXqualidade, sempre os comparo ao Red Hot Chilli Peppers: são uma banda bem pop, que tocam muito na rádio e na MTV (e o Skank quase sempre tem uma música em novelas), mas que são de alta qualidade e identidade.
Blind Guardian
Iniciaram em 1985, com o nome de Lucifer's Heritage, mas os considero dos anos 90 por terem ganhado força absurda nessa década.
Talvez seja a única banda de power metal (ou qualquer gênero do metal melódico) que eu consigo ouvir atualmente. O som desses alemães é único, extremamente técnico, mas com uma energia incrível, e uma qualidade absurda. Músicas como Nightfall, Bright Eyes e Valhalla dão frio na espinha.
Além de ótimas músicas, destaco a qualidade das letras. Muitas referências ao Senhor dos Anéis (muito antes de sonharem em ter algum filme do livro), mitologias e até politica e alienação.
São conhecidos como "Os Bardos". Não é a toa.
Uma banda de metal melódico que, de certa forma, eu ainda tolero. De vez em quando pego alguma coisa pra ouvir, e ainda desce. Merece respeito – e talvez raiva – por serem responsáveis pela proliferação de bandas de metal com vocal feminino. É, a Finlândia fez diferença no cenário musical mundial.
Conheço pouco, mas gosto do pouco que conheço.
O guitarrista mais aloprado do mundo, e compositor complusivo. Recentemente pariu um álbum de 13 discos, com mais de 90 músicas no total (lançados ao mesmo tempo, de forma independente, e enumerada, com a capa desenhada pelo próprio guitarrista, uma a uma). Podem ser comprados separadamente, e se chama In Search of the, cada disco representando uma letra.
Seu personagem tem uma história interessante: foi criado por galinhas, e em homenagem a todos os galináceos mortos do mundo, usa um balde de KFC (Kentucky Fried Chicken, um fast-food de galinha frita muito famoso nos EUA) na cabeça e uma máscara de plástico (para simplesmente cobrir o rosto). Quando toca sua guitarra, é como se as almas das galinhas se manifestassem em sua música.
Compôs a clássica música dos Power Rangers, e fez músicas para alguns filmes e jogos, como o Guitar Hero 2, cuja música de sua autoria, Jordan, é uma das mais difíceis de todos os jogos da série já lançados. Procure no youtube por “Guitar Hero Buckethead Jordan”.
O letrista mais aloprado do mundo. Canções sobre seu pau, sobre matar e estuprar a própria mãe, como foi cagar num buteco tosco... enfim, temas nada convencionais, com uma mistura de rock, samba e MPB, fazem de suas músicas diversão garantida para pessoas tão alopradas como ele.
Banda dos EUA, que fazem um pop-rock bem peculiar. O vocal quase falado, mas com bastante melodia, combinado com a guitarra de timbre estranho, o trompete bem encaixado e o baixo forte torna o som dos caras muito agradável de se ouvir. Gravaram um cover memorável de I Will Survive.
Dave Grohl é um cara bem versátil, e conseguiu fazer história no Nirvana e, agora, no Foo Foghters. Um rock bem direto faz do Foo Foghters uma banda fácil de se ouvir e fácil de se gostar.
É uma merda, e sempre será. Ponto.
sábado, 8 de março de 2008
the almighty
quarta-feira, 5 de março de 2008
Ozzy, Black Label Society e Korn em Sâo Paulo
Dia 5 de abril. Vamos?
Surfista emo
Isso é uma embriaguez de sucesso.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
everybody knows that you´re insane
http://www.youtube.com/watch?v=Vj1aQ9p-PSA

